5 segredos do Vaticano nunca revelados


O Vaticano é considerado a sede da Igreja Católica e uma cidade-Estado, cujo território consiste de um enclave murado dentro da cidade de Roma. Com uma população de pouco mais de 800 habitantes, é a menor entidade territorial do mundo administrada por um Estado, sendo a principal sé episcopal de 1,490 bilhão de católicos romanos de todo o mundo, que possui uma complexa rotina cercada de vários mistérios. O site Neatorama revelou 10 segredos sobre o Vaticano, e nós selecionamos os 5 mais interessantes. Confira agora 5 segredos do Vaticano nunca revelados!

1. O Exorcismo Nunca Acabou

Segundo a Igreja Católica, os demônios ainda rondam o “reino dos mortais” e dominam o corpo de pessoas inocentes. Saiba que existem registros de que o próprio Papa João Paulo II realizou pelo menos três exorcismos durante a regência dele. E não pense que esses foram casos isolados, a verdade é que a vida dos exorcistas da Igreja é bem agitada e pouco divulgada. Um dos oficiais do Vaticano na época, o padre Gabriele Amorth, falecido em 2016, disse que expulsava, pelo menos, 300 demônios por ano. O padre ainda contou que para saber se um paciente está realmente possuído ou se está apenas doente, mostra-se um crucifixo e água benta para ele, pois os possessos não suportam a visão dos objetos sagrados.


2. Os Pecados Imperdoáveis

Padres e bispos podem absolver assassinos e até genocidas, caso eles se confessem, mas existem pecados ainda mais graves aos olhos da Igreja, que não podem ser perdoados após uma simples confissão. São cinco ações quase imperdoáveis e, destas, três só podem ser cometidas por membros do clero: quebrar o segredo de confissão, participar diretamente de um aborto e ter relações sexuais e depois oferecer absolvição ao parceiro. Os outros dois pecados, que podem ser cometidos por qualquer pessoa, são profanar a eucaristia (quando católicos repartem pão e vinho, representando o corpo e o sangue de Jesus Cristo) e tentar assassinar o Papa. Após realizar qualquer uma dessas ações, a pessoa é automaticamente excomungada da Igreja e só poderá ser absolvida por um tribunal do catolicismo, conhecido como Penitenciária Apostólica. Essa organização formada por cardeais existe há mais de 800 anos, mas foi só em 2009 que ela deixou de ser secreta e parte de suas atividades foram reveladas ao mundo.


3. A Igreja Católica e a Máfia

Na manhã do dia 29 de setembro de 1978, o Papa João Paulo I foi encontrado morto na cama, apenas 33 dias após assumir o papado. Um ataque cardíaco foi apontado como a causa oficial da morte, mas não houve autópsia. Após um escândalo que expôs a ligação da máfia italiana com o Banco do Vaticano, foi levantada a hipótese de que o presidente do banco, o padre Paul Marcinkus, poderia estar envolvido na morte de João Paulo I. Sem perder tempo, Marcinkus fugiu para os Estados Unidos, pediu imunidade diplomática e ficou por lá. O mais inquietante é que mesmo com a conexão com a Máfia, e a possível morte do Papa e após ter causado um rombo no Banco do Vaticano, ele nunca foi indiciado.


4. As finanças da Igreja Católica

Os católicos pagam cerca de 100 milhões de dólares, anualmente, diretamente para o Vaticano, em forma de doação. Isso sem contar o que é coletado nas igrejas ao redor do mundo com as ofertas e os dízimos, mas essas não são a única forma de lucro da Igreja. A própria cidade-estado gera uma grande renda através do turismo e com a venda de produtos como selos, cartões-postais, livros e tudo o que se pode encontrar em lojas de souvenir. Mas isso nem sempre é suficiente. Em 2007, por exemplo, o Vaticano estava com uma dívida de 13,5 milhões de dólares, causada pela baixa da moeda americana e pela queda nas vendas e nas assinaturas do jornal oficial da Igreja, o L’Osservatore Romano. Tanto que, para aumentar a saída da publicação, o Papa autorizou a publicação de notícias e de imagens chamativas, além do conteúdo religioso tradicional.


5. Os Melhores Guarda-Costas

Hoje em dia, os suíços têm uma reputação de pacifismo, mas em 1500 eram considerados uma força militar imparável. O exército suíço era famoso pelas armas que usavam, chamada de alabarda, uma combinação mortal de uma lança e um machado. As tropas terrestres eram famosas por demolir rotineiramente legiões de inimigos a cavalo. Depois que o Papa Julius II testemunhou a ferocidade em batalha há 500 anos, ele recrutou alguns soldados para se tornarem guarda-costas pessoais dele. Desde então, Guardas suíços mantêm a fidelidade ao Papa, e muitos chegam a morrer pela causa. Durante o saque de Roma em 1527, por exemplo, três quartos deles foram mortos, proporcionando cobertura para o Papa Clemente VII escapar. 


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